Em Mogi das Cruzes, grupo de amigos cria coletivo para fotografar a cidade

Com o intuito de divulgar a sua cidade, sete amigos e moradores de Mogi das Cruzes, região metropolitana de São Paulo, se uniram para formar um coletivo de fotografia. Criado há dois meses, o “@everydaymogi” utiliza as redes sociais para mostrar cenas cotidianas do local.  Hoje, eles já contam com mais de 600 curtidas na página do Facebook e  300 seguidores no Instagram.

Segundo o jornalista Pedro Chavedar, 25, que deu início ao grupo, a inspiração surgiu a partir de outros projetos mundiais, como o “@everydayafrica”, “@everydayusa” e “@everydayasia”. “Há vários perfis que fazem essa fotografia diária em vários cantos no mundo”, contou.

De acordo com o coletivo, o projeto tenta fazer com que as pessoas reflitam um pouco mais sobre o lugar onde moram. “Estamos rodeados de gente boa, trabalhadora e bonita por todos os lados. Essas histórias precisam ser contadas e nós usamos o clique como ferramenta”, afirma o designer Ederson Fungaro, 32, integrante do coletivo.

Fazem parte do projeto: Pedro Chavedar, Warley Leite, Nicholas Modesto, Alex Tavares, Erike Fusiki, Guilherme Silva e Ederson Fungaro. Nem todos vivem de fotografia. Muitas das fotos são feitas após o horário de trabalho ou durante uma folga que os amigos tenham no seu dia.

“Tentamos mostrar visões diferentes sobre Mogi. [Lugares] onde as pessoas geralmente passam  todos os dias,  mas nunca notaram o que realmente tem ali”, defendeu o arquiteto Erike Fusiki, 25. Segundo ele, a cidade possui muitos atrativos que não são divulgados ou que as pessoas não conseguem enxergar no seu cotidiano.

Para o estudante Nicholas Modesto, 20, o “@everydaymogi” tenta apresentar uma visão diferente da cidade, mostrando ao público que Mogi possui outras coisas além de pontos turísticos ou históricos. “Existem coisas simples que também representam a nossa cidade, seja um barbeiro, um trabalhador, ou até mesmo uma paisagem ou fotografia de rua.”

O coletivo também ajuda a informar os moradores da região por meio das imagens.  O estudante Alex Tavares, 18, que faz parte do projeto, contou que durante um incêndio na cidade, um dos integrantes conseguiu registrar o que estava acontecendo e publicou as fotos minutos depois. “Muita gente ficou sabendo do incêndio por meio de nós. Isso gera uma certa ‘credibilidade’ e, consequentemente, mais atenção em nossas fotos.”

Isabela Rezende, 20, projetista, começou a acompanhar o grupo pelo Instagram. Para ela, o perfil é muito bom para quem mora em Mogi e quer saber o que acontece na cidade. “Não sou muito atenta em política. Alguns fatos como a passagem de políticos pela cidade, eu só soube pelo projeto.” diz.

“Gostamos de fotografar e com isso, quem sabe, [conseguiremos] abrir os olhos de algumas pessoas com nosso trabalho e com nossas imagens.” conclui o vendedor Guilherme Silva, 30.

O coletivo tem uma página no Tumblr que também serve como fonte de divulgação.

Jéssica Suellen, 24, é correspondente de Mogi das Cruzes.
@JessicaSuellen_
jessicasuellen.mural@gmail.com

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Comentários

  1. Gostei da matéria e compartilhei no meu Face. Tem mais é que divulgar as coisas legais que acontecem em nossa Mogi, não é mesmo? Parabéns para a Jéssica Suelen e para o grupo do @everdaymogi

  2. Na matéria ” Criado há dois meses, o “@everdaymogi” utiliza as redes sociais para mostrar cenas cotidianas do local.
    Uai, não seria EVERYDAY ???

  3. Só temos que dar os parabéns a esse grupo pioneiro. Sai da mesmice da cidade e sua encenação onde a cidade possui donos que ainda não perceberam que já estão mais do que ultrapassados. Uma cidade é feita assim. De renovação de suas forças e seus valores, para acometimentos favoráveis aos próprios descendentes daqueles que seguram o progresso da cidade e do mundo. Eu mesmo fui localizado por acaso por um dos componentes deste grupo, o fotografo de guerra Warley Leite. O garoto têm seus valores e promessas alvissareiras, embora sofrendo ainda nefasta influência de setores mais degradados da cidade. O trabalho retratado se encontra na pagina mencionada, o Poeta Suerly. O certo é que isoladamente também importamos com a cidade, a tanto já estamos elaborando um livro sobre sua historia, que vai ai um dos capítulos.

  4. Era preciso ir pra tonga da mironga do kabuletê quando se tratava do câncer linguístico que padecia um sem numero daquela instituição.
    A escolas eram provisórias naquele povo e o seu povo mal dava conta das novidades das ciências para produzir mulheres mais formosas.
    No trajeto o campo ideal de vertigens podia ser o da difamação.
    As estatuetas bem colocadas só rememorizavam os grandes feitos, esses em sua totalidade fajutados ou adquiridos em leilões de títulos nobiliários (gambá cheira gambá).
    O lugar era de adultos em sua maioria mas a idade esperada era a de crianças.
    As viseiras dele já se encontravam com as denunciantes bolhas de cansaço e as engrenagens andavam para o hospício até mais não puder e até o circuito do ultimo ônibus de viagem acabasse.
    Ali era a promiscuidade de massas, maças, maçons, proxenetas, prostitutas, e os colarinhos brancos eram a farsa vestida.
    O baile arrombava nos pequenos montes onde se apreciava o wiski e a moeda alheia. Na noção de grupo de matemática, o sinal claro era pertence e não pertence.
    Um passo em falso, se no vestuário, fosse na língua, e os grandes edifícios eram condenados à demolição pela turma ociosa.
    Parecia a republica do pão do queijo, mas após auscultar melhor os arquivos, aquela gente vinha de parte da operação Condor.
    Num gesto de ultimato a atropelar a dissonância da linguagem técnica do ramo, ele elaborou o Manual de Fuga de Dificuldades das Língua, destinado aos mal informados colaboradores.
    A computação não tinha ido ainda até as casas e os serviços eram tradicionalmente desconfiados com alterações tecnológicas.
    Faltava ainda o complemento do enterro da astucia de maltratar a fala identificada como única para situações diferentes.
    O reduto de vendedores de livros, escolas e universidades remuneradas mediante aprovação cresciam no lugar.
    Os bastiões do saber se apresentavam com os seus títulos adquiridos durante a regência Militar.
    O Mundo lá fora acenava com a obrigatoriedade da urgência e decote do gerúndio, e não havia escolha senão falar em inclusão digital.
    Velhas, idosos, e crianças eram encenados a compartilhar a novidade corporativa, onde de gente mesmo pudesse ficar nada.

    Ele que nada entendia da sagrada sabedoria dos deuses elevou também o seu castiçal de gênio e elaborou garrafas de doses do veneno mortal que exigia pensar na analise dos procedimentos, e os graúdos, escolas de beira de estradas se viram visadas no miocárdio.
    Tornara-se famoso como o autor dos versos satânicos. Outros quiseram vê-lo autor de Os Sete Minutos.
    Ainda não existiam os corretores de ortografia, morfossintaxe e propriedades vocabulares, mas a ignorância pueril e tola teriam levado a morte e ao desespero dezenas de pessoas que foram abandonadas em seus próprios canteiros de ignorância. Era outra a Historia.

    Em Historia de Mogi das Cruzes.

  5. Só temos que dar os parabéns a esse grupo pioneiro. Sai da mesmice da cidade e sua encenação onde a cidade possui donos que ainda não perceberam que já estão mais do que ultrapassados. Uma cidade é feita assim. De renovação de suas forças e seus valores, para acometimentos favoráveis aos próprios descendentes daqueles que seguram o progresso da cidade e do mundo. Eu mesmo fui localizado por acaso por um dos componentes deste grupo, o fotografo de guerra Warley Leite. O garoto têm seus valores e promessas alvissareiras, embora sofrendo ainda nefasta influência de setores mais degradados da cidade. O trabalho retratado se encontra na pagina mencionada, o Poeta Suerly.O certo é que isoladamente também importamos com a cidade, a tanto já estamos elaborando um livro sobre sua historia, que vai ai um dos capítulos.

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