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	<title>Mural</title>
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	<description>Blog dos correspondentes comunitários da Grande SP</description>
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		<title>Artistas da periferia de SP participam de debate na USP</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 22:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[zona sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Termina nesta sexta-feira (24) a 9ª Semana de Ciências Sociais da USP, cujo tema é “Identidades e Projetos: A construção do Brasil da Raiz à Nação”. Realizado pelo Centro Universitário de Pesquisa e Estudos Sociais Isis de Oliveira (CeUPES) desde <a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/2013/05/23/artistas-da-periferia-de-sp-participam-de-debate-na-usp/">Continue lendo →</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Termina nesta sexta-feira (24) a 9ª Semana de Ciências Sociais da USP, cujo tema é “Identidades e Projetos: A construção do Brasil da Raiz à Nação”.</p>
<p>Realizado pelo Centro Universitário de Pesquisa e Estudos Sociais Isis de Oliveira (CeUPES) desde segunda-feira,  as palestras foram organizadas pelos alunos de Ciências Sociais da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da universidade.</p>
<p>O seminário tem o apoio da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, do jornal Le Monde Diplomatique Brasil e da editora Boitempo.</p>
<p>Na terça-feira (21), o tema de uma das discussões foi “Da perifeira para o centro: Arte e cultura como resistência”. Compuseram a mesa o cientista social Dr. Tiaraju D’Andrea, o rapper Pirata, integrante do Fórum Hip Hop, e o poeta Binho, organizador do sarau que leva seu nome no Campo Limpo.</p>
<p>Tiaraju apresentou de forma sucinta os conceitos defendidos em sua tese de doutorado que se refere à formação social dos sujeitos &#8220;periféricos&#8221;.</p>
<p>“Trata-se de um indivíduo de um espaço geográfico específico que se apropria de sua condição identitária e passa a ter orgulho”.</p>
<p>Em sua exposição, o rapper Pirata afirmou que os artistas das periferias são mais engajados e assumem seus posicionamentos políticos. Além disso, também valorizou o fato de que o acesso à educação e cultura tem se ampliado. “Somos objeto estudado que também estuda. O diálogo mudou”.</p>
<p>Binho apresentou o curta-metragem “Curta Sarau” e, em seguida, relatou sua experiência na realização do sarau e da entrega de livros no terminal do Campo Limpo, na zona sul da cidade.</p>
<p>“Que a periferia seja objeto de estudo, mas que isso retorne para a periferia, se compartilhe esse saber. Se faz o doutorado e depois guardou, arquivou, e isso se perde, não existe uma continuidade. Que isso seja devolvido para a gente até se reconhecer”, afirmou.</p>
<p>“Para mim foi emocionante ouvir os palestrantes, pois eles revelaram muitas realidades que estamos trabalhando em Sergipe, como a dificuldade para realizar eventos e a expansão da cultura periférica sem nenhum apoio financeiro.”, conta Jessyca Dayane Siva, 23, estudante de ciências sociais da Universidade Federal de Sergipe (UFS).</p>
<p>Ela é militante do movimento nacional “Levante Popular da Juventude” e visitou veio ao congresso a convite dos organizadores.</p>
<p><strong>Lívia Lima</strong>, 26, é correspondente de Artur Alvim<br />
@livialimasilva<br />
livia.mural@gmail.com</p>
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		<title>Mobilização de idosos em Guarulhos atrai atividades para centro de referência</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 20:17:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Grande São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Guarulhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao perceber que estava entrando em depressão, a aposentada Maria Railda, 58, foi levada pela filha para fazer atividades físicas gratuitas em um centro de convivência do idoso. “No começo, eu não queria fazer as atividades, hoje eu agradeço a <a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/2013/05/22/mobilizacao-de-idosos-em-guarulhos-atrai-mais-atividades-para-centro-de-referencia/">Continue lendo →</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao perceber que estava entrando em depressão, a aposentada Maria Railda, 58, foi levada pela filha para fazer atividades físicas gratuitas em um centro de convivência do idoso. “No começo, eu não queria fazer as atividades, hoje eu agradeço a Deus e a minha filha pela iniciativa”, conta.</p>
<p>A história de Dona Railda é comum comparada com os quase 600 idosos que passam todas as tardes, de segunda a sexta, fazendo ginástica, ioga, aulas de violão, tricô, entre outras atividades no espaço. As aulas são dadas por professores voluntários e por contratados da Prefeitura de Guarulhos. Mas, para participar delas, é necessário ter uma freqüência mínima e atestado de autorização médica.</p>
<div id="attachment_2984" class="wp-caption aligncenter" style="width: 645px"><a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/Foto-1.jpg"><img class="size-full wp-image-2984" src="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/Foto-1.jpg" alt="" width="635" height="423" /></a><p class="wp-caption-text">Idosos reunidos durante almoço no Centro de Referência ao Idoso ( Foto: José Luiz)</p></div>
<p>Situado na Avenida Salgado Filho, 1732, em Guarulhos, o CRI (Centro de Referência ao Idoso) é o local mais procurado pelos aposentados da cidade. Com mais de 70 anos, dona Lydia Magalhães realiza atividades com a 3ª idade há 22 anos. Presidente do Conselho Municipal do Direito dos Idosos, ela diz estar bastante satisfeita com a procura dos interessados. “Sempre chegam mais pessoas, o local está bastante movimentado. Quem vem aqui é sempre bem recebido”, diz.</p>
<p>Para a moradora Maria de Lourdes, 67, as atividades servem para que ela possa ter uma boa saúde. Há 13 anos, ela convive com os idosos que fazem atividade física e, antigamente, treinava Tai chi – arte marcial chinesa. “Todas as vezes que eu ia a alguma consulta médica, acontecia uma cobrança para fazer atividades, hoje eu não tenho doença nenhuma e não tomo medicamento, tudo isso é graças à ginástica”, diz.</p>
<div id="attachment_2985" class="wp-caption aligncenter" style="width: 645px"><a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/Foto-2.jpg"><img class="size-full wp-image-2985" src="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/Foto-2.jpg" alt="" width="635" height="423" /></a><p class="wp-caption-text">Alunos em frente ao CRI em Guarulhos (Foto: José Luiz)</p></div>
<p>Os idosos são dinâmicos e cobram por atividades diferenciadas. Os encontros à tarde resultam em amizades criadas e os próprios idosos se unem para dar aulas. A aluna e voluntária Iara Pereira, 65, dá aulas de crochê e tricô e faz aulas de ginásticas às terças e quintas. “Eu fiquei um bom tempo parada, mas agora eu estou voltando bem, a ginástica facilita o movimento e faz com que eu melhore muito”, explica.</p>
<p>A coordenadora do local, Sandra Martins, 48, conta que os idosos perdem a vaga apenas por desistência própria, e que o exame médico é uma obrigatoriedade para iniciar as atividades. “É gratificante ver como os idosos são ativos e como eles buscam por atividades que nós não imaginávamos disponibilizar. A participação deles é muito boa, eles convivem bem e esse convívio faz com que a qualidade de vida de todos aumente cada vez mais”, explica.</p>
<p><strong>Jéssica Souza</strong>, 21, é correspondente de Guarulhos.<br />
jsouza.mural@gmail.com</p>
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		<title>Correspondentes relatam problemas de segurança e destaques da Virada em SP</title>
		<link>http://mural.blogfolha.uol.com.br/2013/05/20/correspondentes-relatam-problemas-de-seguranca-e-destaques-da-virada-em-sp/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 21:32:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Virada Cultural 2013]]></category>

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		<description><![CDATA[A edição de 2013 da Virada Cultural de São Paulo contou com uma séries de apresentações no centro da cidade e foi marcada por problemas de segurança. Os correspondentes do Mural foram ao evento e relatam o que viram na <a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/2013/05/20/correspondentes-relatam-problemas-de-seguranca-e-destaques-da-virada-em-sp/">Continue lendo →</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A edição de 2013 da Virada Cultural de São Paulo contou com uma séries de apresentações no centro da cidade e foi marcada por problemas de segurança. Os correspondentes do <strong>Mural</strong> foram ao evento e relatam o que viram na festa.</p>
<p>*</p>
<p><strong>CORRESPONDENTE DE MOGI DAS CRUZES</strong></p>
<p>&#8220;Participei da Virada Cultural no palco Stand Up na praça da Sé e foi bem tranquilo, consegui assistir aos shows sem nenhum problema, apenas alguns bêbados na praça que incomodavam falando alto, mas nada de grave. O metrô estava normalizado e não havia tumulto algum no local onde eu estava. Apesar da quantidade de pessoas, tudo estava bem.&#8221; <strong>(JÉSSICA SUELLEN)</strong></p>
<p>*</p>
<p><strong>CORRESPONDENTE DE ARTUR ALVIM</strong></p>
<p>“No percurso de uma atração para outra, na região da Luz, presenciei um grupo de mais de 50 rapazes correndo e gritando frases que não consegui identificar muito bem. As pessoas ficaram assustadas. Desviei deles e não sofri nenhuma abordagem. Depois fiquei sabendo que aconteceram arrastões, associei que, provavelmente, se tratava deste grupo.” <strong>(LÍVIA LIMA)</strong></p>
<p>*</p>
<p><strong>CORRESPONDENTE DE POÁ</strong></p>
<p>&#8220;Cheguei na Virada por volta das 18h30 e assisti musical, filme, sarau, vi duas peças de teatro no palco Roosevelt e três shows de músicos que adoro, nos palcos 25 de Março e Júlio Prestes. Fui embora às 19h20 de domingo. Não presenciei nenhum dos arrastões, tampouco algum tipo de tumulto onde estava. O saldo foi positivo, valeu as 24 horas de cultura. &#8221; <strong>(TAMIRIS GOMES)</strong></p>
<p>*</p>
<p><strong>CORRESPONDENTE DO JARDIM MONTE AZUL</strong></p>
<p>“Diferente dos outros anos, nesta edição foi visível o aumento de palcos destinados as atividades culturais da periferia. Destaque positivo para os horários reservados aos saraus de poesia periférica. Ponto fraco foi o clima de insegurança instalado desde o início da noite até o fim da madrugada. Ao retornar para minha casa na zona sul, um susto. Um homem sacou uma arma do meu lado para ameaçar um grupo rival dentro do Terminal Bandeira.” <strong>(LEONARDO BRITO)</strong></p>
<p>*</p>
<p><strong>CORRESPONDENTE DA LAPA</strong></p>
<p>“Eu não vou negar que estava com medo de ir ao evento, mas quando cheguei e vi a quantidade de policiais nas ruas, me senti mais seguro. Cheguei à Virada por volta das 18h30 do sábado e fui à shows na praça da República, na Júlio Prestes e no Largo do Arouche. Não aconteceu nada comigo, nem com as pessoas com quem estava, mas vejo que nós tivemos sorte porque a Virada não foi tão segura assim” <strong>(RAFAEL CARNEIRO DA CUNHA)</strong></p>
<p>*</p>
<p><strong>CORRESPONDENTE DE ITAQUERA</strong></p>
<p>&#8220;Estive na Virada no domingo. Perto do palco, onde fiquei, havia famílias com pessoas de várias idades.  Um grupo de jovens universitários começou a fumar maconha e formar uma roda. Eles foram completamente vaiados e as pessoas em volta falaram para eles irem para praça do Rock. Assustados, eles apagaram rapidamente os cigarros e ficaram bem tranquilos assistindo aos shows e reclamando do público do samba.&#8221; <strong>(SANDRAH SAGRADO)</strong></p>
<p>*</p>
<p><strong>CORRESPONDENTE DA BELA VISTA</strong></p>
<p>“Só posso dizer que a Virada virou para mim. Arrastões? Eu vi sim. Relatos de roubo, eu também ouvi. Mas não dá para deixar de celebrar a cultura. E por tudo que a Virada traz de vivência para a cidade e as pessoas, vale a pena insistir e aprender juntos novas formas de democratizar arte! Vida longa a persistência coletiva por uma cidade mais pulsante!” <strong>(TATIANE RIBEIRO)</strong><br />
<strong></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Disputa entre ciclistas e corredores causa reclamações no Parque do Trote</title>
		<link>http://mural.blogfolha.uol.com.br/2013/05/17/disputa-entre-ciclistas-e-corredores-causa-reclamacoes-no-parque-do-trote/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 20:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Guilherme]]></category>
		<category><![CDATA[zona norte]]></category>

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		<description><![CDATA[O parque do Trote, localizado na Vila Guilherme, zona norte de São Paulo, recebe, de segunda a sexta, cerca de 60 ciclistas nos fins de semana. E o número pode saltar para até 300. Contudo, a demanda tem gerado disputa <a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/2013/05/17/disputa-entre-ciclistas-e-corredores-causa-reclamacoes-no-parque-do-trote/">Continue lendo →</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O parque do Trote, localizado na Vila Guilherme, zona norte de São Paulo, recebe, de segunda a sexta, cerca de 60 ciclistas nos fins de semana. E o número pode saltar para até 300. Contudo, a demanda tem gerado disputa entre ciclistas e pedestres, que dividem igualmente a ciclovia de 980 metros. Os grupos cobram uso exclusivo da pista e dizem que o objetivo é evitar acidentes entre os usuários.</p>
<p>É o que diz, por exemplo, o ajudante geral Francisco Chagas, 42, morador da Vila Maria, na zona norte, que cobra, também, obras de asfaltamento e ampliação da ciclovia.</p>
<p>O taxista Jurandir Ribeiro, 59, frequenta o parque há cinco anos para pedalar. Entretanto, também defende melhorias. “Eu acho que deveriam reservar uma pista só para bicicleta, cimentar e asfaltá-la”, diz.</p>
<p>“Procuro passar a um metro e meio de distância das pessoas, mas já aconteceu de um corredor reclamar que se assustou com a bicicleta”, ressalta Ribeiro, que afirma que a ciclovia também é utilizada por skatistas.</p>
<div id="attachment_2952" class="wp-caption aligncenter" style="width: 645px"><a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/fotomural.jpg"><img class="size-full wp-image-2952" src="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/fotomural.jpg" alt="" width="635" height="423" /></a><p class="wp-caption-text">Ciclistas reclamam que não podem usar a bicicleta por todo o parque</p></div>
<p>A inspeção, que é rigorosa com os ciclistas fora da área “exclusiva”, não tem o mesmo procedimento com os corredores que invadem a ciclovia.</p>
<p>Questionada sobre a diferença de tratamento, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente  afirma que “a fiscalização ocorre apenas para os ciclistas, porque os corredores não oferecem risco de acidentes.”</p>
<p>O oficial de justiça Fernando Viera, 40, morador da região desde que nasceu, ressalta que o local “era um lixão” quando criança e que, aos poucos, “foi melhorando a qualidade de vida das pessoas”. Mesmo assim, ele é a favor da separação da ciclovia, mas defende o uso dos pedestres. “Não dá é para ter skate e bicicleta aqui no meio, onde as pessoas querem caminhar”, diz.</p>
<p>Além disso, Viera cobra outras melhorias para o parque e cita, como exemplo, projetos implantados no Ibirapuera, zona sul da capital. “Eu colocaria equipamento de ginástica ao ar livre, instrutores para ensinar. Também instalaria uma piscina pública, pista de skate e arborismo”.</p>
<p>O <strong>Mural</strong> acompanhou, no 5 de maio, uma reunião do Conselho Gestor, órgão que reúne os usuários e a administração do espaço para discutir avanços para o parque. No entanto, nada que se referisse a disputa entre ciclistas e pedestres foi mencionado na pauta.<strong> </strong></p>
<p><strong>Francine Mantovani</strong>, 29, é correspondente da Pedra Branca.<br />
<a href="http://mural.folha.blog.uol.com.br/href=">@franmantovani</a><br />
<a href="mailto:francine.mural@gmail.com">francine.mural@gmail.com</a></p>
<p><strong>Raphael Preto Pereira</strong>, 18, é correspondente da Vila Guilherme.<br />
raphaelpreto.mural@gmail.com<br />
@preto_raphael</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Estátuas desaparecem das ruas de Osasco</title>
		<link>http://mural.blogfolha.uol.com.br/2013/05/17/patrimonios-da-cidade-estatuas-estao-mal-preservadas-e-somem-em-osasco-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 18:14:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grande São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Osasco]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao lado da rodovia Castello Branco, escondida em meios as árvores, se encontra uma grande estátua de metal no meio da praça das Monções, no bairro do Piratininga, em Osasco, na Grande São Paulo. Feita de sucata, o monumento, que homenageia a indústria, mostra pequenos homens a trabalhar em <a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/2013/05/17/patrimonios-da-cidade-estatuas-estao-mal-preservadas-e-somem-em-osasco-2/">Continue lendo →</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao lado da rodovia Castello Branco, escondida em meios as árvores, se encontra uma grande estátua de metal no meio da praça das Monções, no bairro do Piratininga, em Osasco, na Grande São Paulo. Feita de sucata, o monumento, que homenageia a indústria, mostra pequenos homens a trabalhar em mais de três metros de altura.</p>
<p>Apesar da beleza, nenhuma placa explica do que se trata a obra a não ser a assinatura do artista plástico Lúcio Bittencourt, 59. Morador de Mogi das Cruzes, na região metropolitana de São Paulo, ele relembra que nas décadas de 1990 e 2000, a Prefeitura de Osasco adquiriu mais de 30 de seus monumentos. Contudo, hoje, ao menos nove obras sofrem com a falta de manutenção.</p>
<div id="attachment_2939" class="wp-caption aligncenter" style="width: 645px"><a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/SAM_1737_foto1.jpg"><img class="size-full wp-image-2939" src="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/SAM_1737_foto1.jpg" alt="" width="635" height="423" /></a><p class="wp-caption-text">Monumento no bairro do Piratininga não tem identificação e está pichado.</p></div>
<p>“Eu até queria restaurar as peças, mas, infelizmente, não fui chamado. Elas estão abandonadas”, afirma Bittencourt, que possui trabalhos em mais de 200 cidades.</p>
<p>A ausência de identificação das obras também ocorre em outros pontos da cidade. É o caso, por exemplo, da estátua presente na avenida Hirant Sanazar, em que Netuno aponta o tridente sobre o córrego Bussocaba. Na rua João Batista, no centro, é possível observar o mesmo com outro monumento em forma de anjo.</p>
<div id="attachment_2940" class="wp-caption aligncenter" style="width: 645px"><a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/SAM_1703_foto.jpg"><img class="size-full wp-image-2940" src="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/SAM_1703_foto.jpg" alt="" width="635" height="423" /></a><p class="wp-caption-text">Peça que simboliza Netuno, na Avenida Hirant Sanazar. Uma das diversas obras do artista Lúcio Bittencourt</p></div>
<p>Além disso, algumas peças não estão mais onde foram colocadas inicialmente. “Quando a prefeitura compra uma peça, ela vira patrimônio e tem que ter uma autorização para retirar, mas, no Brasil, o pessoal não respeita”, reclama Bittencourt, que viu o mesmo ocorrer com seu trabalho em outros municípios.</p>
<p>No início dos anos 2000, o jornalista Marcelino Lima, 49, fotografou o filho dentro da réplica feita de sucata de um carro de Fórmula 1. A homenagem ao piloto Ayrton Senna ficava próxima do limite entre Osasco e a cidade de Carapicuíba, também na Grande São Paulo. Hoje, o local aguarda a construção de um terminal rodoviário, entretanto, a réplica desapareceu.</p>
<p>Lima ressalta que o caso não é o único. “Tinha um relógio na [rua] Salem Bechara, que foi parar de frente ao paço municipal, até que sumiu. Também teve o sumiço da réplica de um avião no museu municipal”.</p>
<div id="attachment_2941" class="wp-caption aligncenter" style="width: 645px"><a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/Formula-1_.jpg"><img class="size-full wp-image-2941" src="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/Formula-1_.jpg" alt="" width="635" height="423" /></a><p class="wp-caption-text">Réplica de carro de Fórmula 1 ficava entre o limite de Osasco e Carapicuíba, mas desapareceu. (Foto: Arquivo Pessoal/Marcelino Lima)</p></div>
<p>O jornalista faz parte de um grupo de 30 moradores da cidade que tem questionado a prefeitura sobre a preservação do patrimônio.</p>
<p>Recentemente, com as obras de revitalização do centro, três estátuas de Bittencourt – o Moinho de Vento, Dom Quixote e Sancho Pança – foram retiradas e deixadas desmanchadas próximo da Escola de Artes César Antônio Salvi. A mobilização fez o secretário de Cultura da cidade, Fábio Yamato, assumir o compromisso de instalar as estátuas em frente à biblioteca municipal até o início de junho.</p>
<p>“Questionam o porquê cobramos que apareçam as obras e não fazemos barulho por falta de médicos, mas a gente faz isso também. Mas uma cidade só pode ser completa se tiver sua memória, seu acervo cultural e artístico preservados”, afirma o jornalista.</p>
<p>Procurada há mais de uma semana para explicar o estado de conservação das obras e o sumiço das peças, a Prefeitura de Osasco não respondeu até o fechamento da edição.</p>
<p>Veja outras peças de sucata na cidade <a href="http://www.flickr.com/photos/muralbrasil/sets/72157633514835784/show/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<div dir="ltr">
<p>No dia 23/5, a Prefeitura de Osasco, por meio da Secretaria da Cultura, esclareceu ao <strong>Mural</strong> que está realizando uma vistoria técnica em todos os locais onde estão instalados os monumentos. O levantamento tem como objetivo identificar quantos são, suas condições de conservação, autoria, necessidades de restauração e histórico. O órgão pretende publicar um guia ou um mapa com as informações catalogadas.</p>
<p>Leia trechos da nota:</p>
<p>Sobre o desaparecimento das peças, a secretaria informa que o Carro de Fórmula 1 foi retirado em razão das obras de melhorias do fluxo viário do Km 21. Encontra-se guardado, em bom estado, na antiga área da regional responsável pelo entorno de Quitaúna. O órgão estuda instalar a peça em um novo local.</p>
<p>O órgão diz, também, que há duas réplicas de avião: uma está em exposição no próprio museu e a segunda, em razão da necessidade de restauro, encontra-se no acervo técnico, localizado no Centro de Eventos Pedro Bortolosso. A peça faz referência ao avião construído no início do século XX pelo barão e inventor Dimitri Sensaud de Lavaud, que residiu durante um tempo no Chalé Bricola, hoje Museu de Osasco.</p>
<p>Quanto à Estátua de Metal na praça das Monções, o órgão ressalta que a Secretaria do Meio Ambiente realizará serviços de podas no espaço e que será instalada uma placa de identificação com dados sobre o objeto artístico. Informa, ainda, que será adotada uma melhor iluminação para destacar a estátua e que vai remover a pichação da peça com produtos que não alterem as características originais do trabalho.</p>
<p>A secretaria afirma que as obras Moinho, Sancho e Dom Quixote estão desmontadas aguardando a reinstalação em frente à Biblioteca Monteiro Lobato, na avenida Marechal Rondon.</p>
<div></div>
</div>
<p><strong>Paulo Talarico</strong>, 23, é correspondente de Osasco.<br />
@PauloTalarico<br />
<a href="mailto:paulotalarico.mural@gmail.com" target="_blank">paulotalarico.mural@gmail.com</a></p>
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		<title>Pouco usados, telefones públicos de Carapicuíba estão em más condições</title>
		<link>http://mural.blogfolha.uol.com.br/2013/05/16/pouco-usados-telefones-publicos-de-carapicuiba-estao-em-mas-condicoes/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 23:25:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grande São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Carapicuíba]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a grande adesão aos telefones celulares e às promoções das operadoras, moradores de Carapicuíba, na Grande São Paulo, quase não utilizam os telefones públicos da cidade. A reportagem circulou por cerca de três horas pelo centro da cidade e <a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/2013/05/16/pouco-usados-telefones-publicos-de-carapicuiba-estao-em-mas-condicoes/">Continue lendo →</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a grande adesão aos telefones celulares e às promoções das operadoras, moradores de Carapicuíba, na Grande São Paulo, quase não utilizam os telefones públicos da cidade.</p>
<p>A reportagem circulou por cerca de três horas pelo centro da cidade e viu poucas pessoas usando estes equipamentos em locais como o Calçadão, maior área de comércio da região, e a avenida Inocêncio Seráfico.</p>
<div id="attachment_2928" class="wp-caption aligncenter" style="width: 645px"><a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/DSCF4407.jpg"><img class="size-full wp-image-2928" src="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/DSCF4407.jpg" alt="" width="635" height="476" /></a><p class="wp-caption-text">Orelhões são tomados por anúncios de prostituição</p></div>
<p>Uma delas foi a dona de casa Maria do Socorro, 45. “Os bônus do meu celular acabaram e, como estou insatisfeita com a operadora, geralmente utilizo o orelhão para falar com os parentes. Numa emergência, é muito importante”, conta.</p>
<p>”Só uso o orelhão quando estou na rua e acaba a bateria do meu celular”, revela a cabeleireira Thabata Rosa, 25. “Uso de vez enquanto, principalmente quando acabam os créditos do celular e não tem onde comprar mais”, afirma o mecânico João Santos, 53.</p>
<p>“Tenho celular, mas uso orelhão quando esqueço o aparelho. O telefone público é mais econômico”, garante o vendedor de roupas, Antônio Pereira, 51, que trabalha em frente a orelhões e conhece a região há 21 anos.</p>
<p>Existe ainda alguma dificuldade para encontrar cartões telefônicos no comércio da cidade.<br />
“Há anos não vendo cartão, e sim crédito para celular”, relata Luciana Araújo, 38, que trabalha em uma padaria na avenida Inocêncio Seráfico.</p>
<p>Na Vila Silvânia, é possível encontrá-los em um bar. “Geralmente, vendo trinta cartões por semana. As pessoas sempre usam nos orelhões aqui na frente”, aponta a vendedora Marlene Ferreira, 50.</p>
<div></div>
<div id="attachment_2926" class="wp-caption aligncenter" style="width: 645px"><a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/DSCF4393.jpg"><img class="size-full wp-image-2926" src="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/DSCF4393.jpg" alt="" width="635" height="476" /></a><p class="wp-caption-text">Equipamentos devem ganhar nova pintura em breve</p></div>
<p>Além da falta de uso, os orelhões da cidade sofrem com a sujeira e com a falta de cuidado. Alguns deles, mesmo não sendo utilizados com frequência, não são repintados ou reformados há algum tempo e servem de espaço para a divulgação de anúncios de prostituição.</p>
<p>A Telefônica Vivo informou, por meio de nota, que o vandalismo de orelhões no centro de Carapicuíba é comum. A empresa diz que todos os equipamentos são limpos ao menos uma vez por mês e que 70% deles passam por reparos preventivos a cada 30 dias.</p>
<p>Todas as cabines dos telefones deverão receber nova pintura em breve, para serem adequadas ao novo padrão visual da companhia, mas ainda não há uma data confirmada para que isso ocorra em Carapicuíba.<br />
<strong>Anderson Ferreira</strong>, 24, é correspondente de Carapicuíba<br />
@anderson2908<br />
andersonferreira.mural@gmail.com</p>
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		<title>Fundadora da Associação Monte Azul fala sobre dificuldade em manter projeto</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 20:59:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Jardim Monte Azul]]></category>
		<category><![CDATA[zona sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos anos 70, a alemã Ute Craemer, 75, decidiu largar o emprego de tradutora em seu país para ajudar as pessoas ao redor do mundo. Ela se instalou no Jardim Monte Azul, localizado na zona sul de São Paulo, e <a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/2013/05/15/fundadora-da-associacao-monte-azul-fala-sobre-dificuldade-em-manter-projeto/">Continue lendo →</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos anos 70, a alemã Ute Craemer, 75, decidiu largar o emprego de tradutora em seu país para ajudar as pessoas ao redor do mundo. Ela se instalou no Jardim Monte Azul, localizado na zona sul de São Paulo, e fundou uma entidade cujo objetivo era ajudar os moradores a lutar por melhores condições de infraestrutura.</p>
<p>Por meio do seu trabalho, em 1979, a Associação Comunitária Monte Azul, como é conhecida, abriu na região a primeira escola de reforço escolar. Logo em seguida, em 1980, veio a conquista do primeiro ambulatório médico.</p>
<p>Hoje, a entidade, que também desenvolve cursos de capacitação profissional e atividades culturais, sofre com a falta de incentivos financeiros e procura uma forma de continuar sua atuação. Além do trabalho em seu bairro sede, a associação também está presente nas regiões Horizonte Azul e Peinha, ambas na zona sul da capital.</p>
<div id="attachment_2913" class="wp-caption aligncenter" style="width: 645px"><a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/Foto-1-Legenda-Ute-em-sua-casa-que-mora-desde-a-década-de-70foto.jpg"><img class="size-full wp-image-2913" src="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/Foto-1-Legenda-Ute-em-sua-casa-que-mora-desde-a-década-de-70foto.jpg" alt="" width="635" height="423" /></a><p class="wp-caption-text">Ute em sua casa, no Jardim Monte Azul, região em que mora desde a década de 70</p></div>
<p>Com 44 anos de militância social, sendo 38 deles somente no Monte Azul, a educadora concedeu entrevista ao <strong>Mural</strong>.</p>
<p><strong>Mural: Quais são os objetivos da entidade em relação aos bairros em que atua?</strong></p>
<p><strong>Ute Craemer: </strong>Eu comecei esse trabalho dentro da minha casa, contando com a ajuda de muitas pessoas e, inclusive, também dos moradores. Esse movimento de sempre tentar ver onde precisa, mas, lógico, dentro das nossas possibilidades, faz parte do espírito da associação.</p>
<p><strong>Dos bairros em que a associação atua, qual deles a situação de educação, segurança e infraestrutura está mais deficiente?</strong></p>
<p>Acredito que no Horizonte. As condições lá são mais difíceis de conseguir, pois tudo o que foi conquistado veio por meio de reivindicações populares.</p>
<p>Caminhões de lixo, transporte público, posto de saúde, foram adquiridos com muita luta dos moradores locais, inclusive ao chamar a mídia para vivenciar as dificuldades deles. Eu tenho a impressão que lá é um dos milhares de bairros de São Paulo esquecidos pela prefeitura e o governo estadual. Mas com muito esforço, conseguimos algumas conquistas para ajudar, como, por exemplo, a implantação da primeira escola integral com pedagogia Waldorf (instituição que tem como foco o desenvolvimento humano e atividades manuais).</p>
<p><strong>A associação desenvolve um forte trabalho de educação no bairro, sendo responsável, também, pelo crescimento da região. Os projetos correm o risco de acabar?</strong></p>
<p>Talvez algumas pessoas tenham a ilusão de que a parte financeira sempre foi fácil de conseguir. Nunca foi tranquilo equilibrar as finanças. No início, conseguimos algumas doações e, depois, alguns convênios que ajudaram no desenvolvimento do bairro. Porém, a área da educação foi mais contemplada pelos convênios e ainda continuam. Mas outras atividades, como a saúde e a cultura, sempre foram levadas a muito custo.</p>
<p><strong>Como vocês estão se virando para manter os projetos?</strong></p>
<p>O ambulatório dentro do jardim Monte Azul teve incentivo da Fundação Tobias, mas de uns anos para cá, o repasse vem diminuindo.  Em contrapartida, a comunidade, que não é mais favela, se aburguesou. Assim, podemos pedir uma contribuição para quem pode pagar uma taxa mínima para as consultas e terapias oferecidas no ambulatório.</p>
<p>Veja o vídeo sobre a história da Associação Comunitária Monte Azul <a href="http://vimeo.com/63125985#at=0" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong>Leonardo Brito</strong>, 26, é correspondente do Jardim Monte Azul<br />
@leonardo_bbrito<br />
<a href="mailto:leonardobrito.mural@gmail.com" target="_blank">leonardobrito.mural@gmail.com</a></p>
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		<title>Olhar Mural: Rua de Perus tem cratera no asfalto há quatro meses</title>
		<link>http://mural.blogfolha.uol.com.br/2013/05/14/olhar-mural-rua-de-perus-tem-cratera-no-asfalto-ha-quatro-meses/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 21:19:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Zona Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Olhar Mural]]></category>
		<category><![CDATA[Perus]]></category>
		<category><![CDATA[zona norte]]></category>

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		<description><![CDATA[Há mais de quatro meses, um buraco no asfalto na rua Ernesto Bottoni, em Perus, zona norte de São Paulo, preocupa os moradores.  A rua, já estreita, ficou ainda menor para a passagem de veículos, fazendo pedestres e carros dividirem <a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/2013/05/14/olhar-mural-rua-de-perus-tem-cratera-no-asfalto-ha-quatro-meses/">Continue lendo →</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Há mais de quatro meses, um buraco no asfalto na rua Ernesto Bottoni, em Perus, zona norte de São Paulo, preocupa os moradores.  A rua, já estreita, ficou ainda menor para a passagem de veículos, fazendo pedestres e carros dividirem o mesmo espaço.<br />
</span></p>
<p><span>Em volta do rio não há nenhum tipo de segurança. Moradores relatam que alguns carros já caíram no rio e também animais de estimação, como um cachorro que foi resgatado às pressas pelos moradores. </span></p>
<p><span>O perigo aumenta quando se observa o restante da calçada. Muito próximo à linha do trem, possui diversas rachaduras, podendo ceder a qualquer momento. </span></p>
<div id="attachment_2907" class="wp-caption aligncenter" style="width: 645px"><a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/cratera.jpg"><img class="size-full wp-image-2907" src="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/cratera.jpg" alt="" width="635" height="476" /></a><p class="wp-caption-text">A cratera está há quatro meses na rua Ernesto Bottoni, em Perus, zona norte de SP (Foto: Humberto Müller)</p></div>
<p><span><strong>Jéssica Moreira</strong>, 21, é correspondente de Perus<br />
@gegis00<br />
jessicamoreira.mural@gmail.com</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>&#8220;Associar funk e hip-hop à marginalidade é um equívoco&#8221;, diz secretário de Cultura de SP</title>
		<link>http://mural.blogfolha.uol.com.br/2013/05/13/associar-funk-e-hip-hop-a-marginalidade-e-um-equivoco-diz-secretario-de-cultura-de-sp/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 21:04:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Mural]]></category>

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		<description><![CDATA[A próxima Virada Cultural, nos dias 18 e 19 de maio, terá forte presença de cultura da periferia em sua programação. Funk, hip-hop, saraus e coletivos culturais estarão dispersos entre palcos e pistas. Em entrevista coletiva no último sábado (11), <a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/2013/05/13/associar-funk-e-hip-hop-a-marginalidade-e-um-equivoco-diz-secretario-de-cultura-de-sp/">Continue lendo →</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A próxima Virada Cultural, nos dias 18 e 19 de maio, terá forte presença de cultura da periferia em sua programação. Funk, hip-hop, saraus e coletivos culturais estarão dispersos entre palcos e pistas. Em entrevista coletiva no último sábado (11), no Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, o secretário Municipal de Cultura, Juca Ferreira (PT), afirmou que esta é uma maneira de introduzir e respeitar o protagonismo cultural existente nestas regiões.</p>
<p>Segundo Ferreira, trazer o funk e o hip-hop para o evento foi uma tarefa difícil. “Associar o funk e o hip-hop à violência e à marginalidade é um equívoco”, considera o ex-ministro da Cultura.</p>
<p>O funk vive uma polêmica à parte na cidade de São Paulo. Foi aprovada em primeira votação na Câmara a proibição de bailes do gênero nas áreas públicas da cidade. Agora, a proposta passará pela segunda votação e, por último, dependerá da sanção do prefeito Fernando Haddad (PT) para que entre em vigor.</p>
<p>O secretário da Cultura se posiciona contra a proibição dos bailes. “Isso não garante, nem caminha na direção de mais segurança, pelo contrário. Caminha na direção de colocar o Estado e a polícia de um lado e do outro, a população”, opina. “O funk é uma manifestação da juventude da periferia, é preciso compreender essa diversidade cultural da cidade. Criminalizar ações culturais é uma ideia equivocada”, completa.</p>
<div id="attachment_2901" class="wp-caption aligncenter" style="width: 645px"><a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/juca3.jpeg"><img class="size-full wp-image-2901" src="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/juca3.jpeg" alt="" width="635" height="420" /></a><p class="wp-caption-text">O secretário municipal de Cultura, Juca Ferreira, diz que é preciso compreender a diversidade cultural de São Paulo (Foto: Nivaldo Silva)</p></div>
<p><strong>Valorização e capacitação cultural na periferia</strong></p>
<p>Desde fevereiro, a Secretaria de Cultura desenvolve um projeto chamado “Existe Diálogo em SP”, com o intuito de colher as demandas de coletivos culturais diversos. Quando perguntado sobre quais as impressões ao decorrer dos encontros e o que precisa ser feito para garantir o acesso à cultura nas periferias, Juca Ferreira respondeu ao <strong>Mural</strong> que é preciso descentralizar os equipamentos públicos culturais.</p>
<p>“O diálogo tem muito mais importância para a periferia, pois ela nunca é ouvida, nunca é considerada. Temos que estender a estrutura cultural pública até estes bairros. Os teatros, bibliotecas e centros culturais da cidade são muito concentrados. É preciso disponibilizar cultura para essa população”, argumenta ele.</p>
<p>De acordo com Ferreira, sua proposta também é valorizar o que é produzido localmente e criar meios de capacitação e formação cultural. “A periferia de São Paulo é muito rica culturalmente, com manifestações tradicionais, contemporâneas. Fui à um sarau, recital e me surpreendi com a qualidade. Há uma vida cultural intensa, mas isso é invisibilizado pelo poder público”, afirma.</p>
<p>Levar aos extremos eventos de porte como a Virada Cultural é outro projeto do secretário, mas ainda está em fase de estudo. “O São João e a comemoração ao Dia do Samba são alguns exemplos”, revela. Além disso, ele acrescenta que seu plano é “montar sistemas culturais, programas e circuitos direcionados especificamente às periferias”.</p>
<p><strong>Aline Kátia Melo</strong>, 29, é correspondente da Jova Rural.<br />
@alinekatia<br />
alinekatia.mural@gmail.com</p>
<p><strong>Olívia Freitas</strong>, 22, é correspondente de Guarulhos<br />
@Liila_Freitas<br />
oliviafreitas.mural@gmail.com</p>
<p><strong>Tamiris Gomes</strong>, 22, é correspondente de Poá.<br />
@tamigomes_<br />
tamirisgomes.mural@gmail.com</p>
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		<title>Grafiteiros fazem força-tarefa para revitalizar viela em Perus</title>
		<link>http://mural.blogfolha.uol.com.br/2013/05/08/grafiteiros-fazem-forca-tarefa-para-revitalizar-viela-em-perus/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 18:41:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Perus]]></category>
		<category><![CDATA[zona norte]]></category>

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		<description><![CDATA[No último sábado (5), cerca de 100 grafiteiros marcaram presença em Perus, zona norte de São Paulo, com um mesmo objetivo: revitalizar a Viela do Sapo, um beco que, segundo os moradores, não consta sequer no mapa das ruas do <a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/2013/05/08/grafiteiros-fazem-forca-tarefa-para-revitalizar-viela-em-perus/">Continue lendo →</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último sábado (5), cerca de 100 grafiteiros marcaram presença em Perus, zona norte de São Paulo, com um mesmo objetivo: revitalizar a Viela do Sapo, um beco que, segundo os moradores, não consta sequer no mapa das ruas do bairro.</p>
<p>Cada artista levou seu próprio material e pintou o espaço de forma gratuita, trazendo vida e cor ao espaço preto e branco, o que atraiu, principalmente, os olhares das crianças.</p>
<div id="attachment_2880" class="wp-caption aligncenter" style="width: 636px"><a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/Grafiteiros-1.jpg"><img class="size-full wp-image-2880" src="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/Grafiteiros-1.jpg" alt="" width="626" height="469" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto busca revitalizar becos de Perus por meio do grafite e disseminar a cultura hip-hop</p></div>
<p>“Aqui na viela não tinha nada disso antes. É bom, porque isso é mais uma coisa que podemos conhecer. Mais obra de arte. Essas pessoas estudaram muito pra fazer isso, são muito inteligentes”, diz o estudante Matheus da Silva, 12, enquanto observava as pinturas junto aos vizinhos.</p>
<p>A iniciativa partiu do morador e grafiteiro de Perus, Danillo Fernandes, 31, conhecido como Guetus, que há quatro anos organiza o Perusferia. O evento procura revitalizar os becos do bairro e disseminar a cultura hip-hop por meio de grafites. “Esse tipo de atração tem como objetivo acabar com o preconceito que as pessoas têm com o grafite, pois sempre o associam ao vandalismo”, afirma.</p>
<p>Desde criança, Guetus passa pela viela e nunca viu nenhum tipo de atividade cultural sendo realizada no local. Observação que o acompanhou até a vida adulta, fazendo com que organizasse a iniciativa em parceria com o Coletivo Lado Sujo da Frequência. Boa parte dos moradores colaborou com restantes de tinta e distribuição de lanches. Comerciantes e escolas da região também disponibilizaram alimentação e material aos artistas.</p>
<div id="attachment_2881" class="wp-caption aligncenter" style="width: 641px"><a href="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/Crianças.jpg"><img class="size-full wp-image-2881" src="http://mural.blogfolha.uol.com.br/files/2013/05/Crianças.jpg" alt="" width="631" height="472" /></a><p class="wp-caption-text">Moradores observam artistas pintando seus muros</p></div>
<p>De cima de sua janela, o casal José Francisco dos Santos, 44, e Vera Lúcia Favaro, 48, observavam ansiosos pelo resultado. Moradores da viela há seis anos, eles aprovaram o trabalho, pois as pinturas podem trazer uma nova perspectiva para o local, que também sofre com problemas de infraestrutura.</p>
<p>Conhecido como Viela do Sapo, o espaço já foi alvo de diversas enchentes no passado, concentrando, também, muitos anfíbios. “Antigamente, essa viela era um rio que, pouco a pouco, foi sendo canalizado”, fala Seu Francisco, apontando para as bocas de lobo e aberturas por onde ainda passa o canal.</p>
<p>Hoje em dia, o problema das enchentes foi resolvido. Mas outra dificuldade assola a vida dos habitantes. Moradores contam que, quando chove, o esgoto instalado não comporta todo o dejeto que vem das casas acima da viela. As bocas de lobo estouram, fazendo com que, frequentemente, a população fique dias convivendo com o odor de dejetos. Vera Lúcia comenta que a prefeitura tem um projeto para isso, mas que desconhece seu andamento.</p>
<p>Lixeiros também não chegam ao local. Tanto o casal quanto a vizinha Débora Santana, 23, vão todos os dias até a rua José Picanço, ao lado, depositar seus sacos de lixo em uma caçamba. Ao ver os grafites, os moradores se animam e afirmam que a iniciativa deixa a viela mais alegre.</p>
<p>&#8220;O intuito de projetos como o Art in Home, do Lado Sujo da Frequência, e o Perusferia é servir como ponte, levando cultura a quem não tem acesso e servindo de referência, principalmente, para as crianças”, comenta o fotógrafo Guilherme Bittencourt, 21, também integrante do Lado Sujo da Frequência.</p>
<p><strong>Jéssica Moreira</strong>, 21, é correspondente de Perus.<br />
@gegis00<br />
<a href="mailto:jessicamoreira.mural@gmail.com" target="_blank">jessicamoreira.mural@gmail.com</a></p>
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